O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não participará das celebrações do Dia do Trabalhador nesta quinta-feira (1º), mantendo-se fora dos eventos organizados por centrais sindicais pelo segundo ano consecutivo. O Palácio do Planalto não divulgou justificativa para a ausência do mandatário, que permanecerá em Brasília sem compromissos públicos oficiais na agenda.
Representação governamental
Embora o presidente não compareça, o governo federal será representado em eventos pelo país. Em São Bernardo do Campo (SP), as atividades, organizadas pelos Metalúrgicos do ABC e outras 23 entidades sindicais, contarão com a presença dos ministros Luiz Marinho (Trabalho) e Guilherme Boulos (Secretaria-Geral), além do presidente do PT, Edinho Silva. A agenda no ABC paulista tem como foco principal a mobilização pelo fim da escala de trabalho 6×1.
Diplomacia internacional
Além das agendas sindicais, o presidente também não participará de uma videoconferência entre chefes de Estado do Mercosul e da União Europeia. O encontro marca o início da vigência provisória do acordo de livre comércio entre os blocos, após 26 anos de negociações.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, representará o Brasil na reunião, que contará com a participação de autoridades como Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, e António Costa, presidente do Conselho Europeu.
