O Exército dos Estados Unidos confirmou, nesta sexta-feira (13), a morte de quatro militares decorrente da queda de uma aeronave de reabastecimento modelo KC-135 no Iraque. O acidente ocorreu na quinta-feira durante uma operação que envolvia dois aparelhos; o segundo avião conseguiu aterrissar em segurança. Autoridades locais relataram danos limitados em uma refinaria na região, mas garantiram que as operações seguem normalmente.
Tensões no Líbano e Israel
O cenário de conflito se intensificou com trocas de ataques entre o grupo Hezbollah e forças israelenses. O Hezbollah reivindicou a autoria de sete operações contra concentrações militares no sul do Líbano e no norte de Israel, descrevendo as ações como resposta a ataques israelenses contra cidades libanesas e subúrbios de Beirute.
Em paralelo, a Agência Nacional de Notícias do Líbano reportou mortes e feridos após incursões de drones e ataques aéreos de Israel. Uma ofensiva atingiu um edifício residencial nos arredores da cidade de Sidon, mobilizando equipes de resgate para o atendimento às vítimas.
Contexto regional e movimentações internacionais
O presidente francês, Emmanuel Macron, comunicou nesta sexta-feira a morte de um militar francês e o ferimento de outros soldados em um ataque contra uma base na região de Erbil, no Curdistão. Simultaneamente, o governo da Turquia anunciou ter abatido um terceiro míssil que violou seu espaço aéreo, atribuindo a responsabilidade do incidente ao Irã.
No âmbito da diplomacia e segurança marítima, o presidente dos EUA, Donald Trump, reiterou a possibilidade de enviar navios militares para escoltar embarcações comerciais que transitam pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica responsável pelo transporte de aproximadamente 20% do petróleo e gás mundial.
Questionado pela Fox News sobre a proteção das embarcações, o presidente Donald Trump afirmou:
“Nós faríamos isso se precisarmos.”
Fonte: https://g1.globo.com/mundo/ao-vivo/eua-ataque-ira.ghtml



















